Eu

Introdução
/ 01 — 2026

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Eu

O eu não se apresenta como uma unidade estável, mas como um efeito que emerge de relações, repetições e rupturas sutis. Algo que se reorganiza continuamente por meio de gestos, olhares e deslocamentos quase imperceptívei

© 2026

Detalhe de uma cabeça de peixe presa a uma isca de pesca, sobre fundo escuro.

Texto da artista

O eu não se apresenta como uma unidade estável, mas como um efeito que emerge de relações, repetições e rupturas sutis. Algo que se reorganiza continuamente por meio de gestos, olhares e deslocamentos quase imperceptíveis.

Certas intervenções apenas tornam visível o que costuma permanecer difuso: a instabilidade entre dentro e fora, entre presença e projeção. Nesse campo, o eu aparece menos como identidade e mais como processo em circulação, sempre à beira da transformação.

Eu
Um grande espécime geológico de formato irregular, com correntes pendentes, montado sobre uma superfície preta, redonda e reflexiva. O reflexo revela janelas e partes de um edifício do lado de fora.
Um espelho oval preto em uma parede branca reflete uma sala com grandes janelas, correntes pendentes de um fragmento de material queimado ou derretido e alguns objetos sobre uma superfície.
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